Artigo: Turismo na Provença

Da série a França não é só Paris, sugerimos um fim de semana prolongado na região da Provença, no sudeste do país, em Aix en Provence, Avignon e o surpreendente Parque Natural do Verdon.

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Empreender no Brasil: quais as habilidades essenciais?

Apesar das conhecidas dificuldades para se empreender no Brasil, mais da metade da população deseja ter seu próprio negócio, segundo pesquisa da Endeavor. Uma fatia destes potenciais empreendedores irá criar uma startup, ou seja, um negócio com características inovadoras e com possibilidades de rápido crescimento.

O número de startups no Brasil é modesto, mas elas têm se multiplicado a galope. Em 2012, haviam 2.519 startups cadastradas na Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Em 2017, o número saltou para 5.147 e hoje já são mais de 6 mil. A associação estima que o número total esteja entre 10 e 15 mil, muitas delas ainda em fase inicial.

Agronegócio (agtechs), finanças (fintechs), propaganda, comunicação, comércio eletrônico, saúde e bem-estar e logística são os setores em que a maioria delas atua, de acordo com uma pesquisa recente da associação.

Além do número de startups, cresce também todo o ecossistema de apoio, como aceleradoras, incubadoras e investidores-anjo, levando inclusive ao desenvolvimento de polos de inovação espalhados pelo país, com destaque para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

E como ter sucesso neste ambiente que vem se tornando cada vez mais favorável? Algumas habilidades são requisitos necessários para quem deseja empreender. Veja algumas delas:

1.Criatividade
Ser criativo é uma característica importante para o empreendedor porque ele terá de encontrar soluções para os problemas que irão surgir, redesenhar planos de negócios e manter sua empresa em constante evolução. E antes que você se desespere: a criatividade pode ser treinada.

2. Pensamento Estratégico
Para realizar, não basta sonhar e nem se jogar sem paraquedas. É preciso estabelecer onde se quer chegar e também como chegar lá, estudando os caminhos possíveis e as ferramentas necessárias. Tenha foco, mas mantenha a visão do todo.

3. Networking
Uma boa rede de contatos é fundamental para o empreendedor. São os seus conhecidos que irão lhe ajudar a atrair os primeiros clientes e talvez até um investidor. Porém, isso não quer dizer sair se conectando com qualquer pessoa no LinkedIn ou entregar cartões sem critério nos eventos. Sem relacionamento real, um contato é apenas um nome.

Invista em conexões que tenham alguma relação com seu negócio, mostre interesse genuíno pelas pessoas e se disponha a ajudá-las quando possível.

4. Coragem
É simples: o empreendedor tem que aceitar correr riscos. É preciso fazer apostas (estudadas) para crescer, ainda que algumas delas não tenham sucesso.

5. Resiliência
Você teve coragem de arriscar, mas perdeu. E vai perder mesmo, provavelmente várias vezes. É aí que entra a resiliência, a persistência: sua capacidade de encarar os fracassos como parte da aprendizagem, sem desanimar. Vale se apegar à máxima do inventor da lâmpada elétrica, Thomas Edison: “Eu não fracassei. Simplesmente descobri 10 mil maneiras que não funcionam”.

Mesmo com todas as dificuldades que o país oferece aos empreendedores, como a burocracia e os altos impostos, o ambiente para as startups tem registrado uma evolução positiva e promissora. A inovação que as startups trazem ao mercado possibilita, inclusive, um círculo vicioso, uma vez que muitas das soluções podem ser utilizadas pelo poder público, que por sua vez tem condições de cumprir seu papel com mais agilidade e em prazos mais curtos.

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Artigo

Diversidade nas empresas: a distância entre o desejo e o resultado

O tema diversidade vem ganhando espaço no ambiente corporativo, mas ainda estamos muito distantes de mudanças efetivas. Leia mais

*Artigo publicado no site administradores.com.br

Matéria para a revista Anefac

Artigo

Sua marca e as redes sociais

Enquanto você lê esse texto é possível que alguém esteja falando da sua marca nas redes sociais. Não poder controlar o que estão dizendo pode ser uma experiência angustiante para muitos, mas, analisando por outra perspectiva, pode ser uma grande oportunidade de construir laços. Isso mesmo, laços.

Sem receio de exagerar, as pessoas, muitas delas, criam afinidade com as marcas. Uma relação de confiança que, uma vez estabelecida, é muito difícil de ser destruída desde que haja, é claro, reciprocidade. As marcas mais amadas geralmente são as marcas que também demonstram apreço por seu público. A tão falada transparência é um quesito indispensável nessa relação que hoje acontece, em grande medida, nos meios virtuais.

Atentos a essa realidade, a grande maioria dos empresários enxerga e reconhece o peso da internet em seus negócios, seja para se destacar nos mecanismos de busca, para interagir com os consumidores nas redes sociais ou para responder a reclamações de clientes insatisfeitos.

O que muitos ainda desconhecem, no entanto, é a necessidade de executar esse trabalho online de forma profissional, gerido por profissionais da comunicação. Um perfil social mal administrado não traz qualquer benefício à marca e pode, inclusive, prejudicá-la. Imagine que você criou uma fan page no Facebook e passou uma semana sem acessá-la. Nesse período, um consumidor fez uma reclamação que foi comentada e compartilhada por dezenas de pessoas. Péssimo, não é?

Um profissional de comunicação não impediria o comentário (já que o propósito da página é se relacionar com o público) mas o veria rapidamente, providenciaria uma resposta adequada e poderia, ainda, reverter a crise a favor da empresa.

Produzir conteúdo de qualidade também faz a diferença. Seus seguidores nas redes sociais não estão interessados em pura propaganda. Eles querem informação e ações que facilitem suas vidas ou lhe tragam algum benefício. Você quer anunciar os vinhos de um produtor que passou a importar? Informe algo curioso sobre a vinícola ou um dos produtos. Trata-se de uma região turística? Peça aos seus seguidores que já estiveram lá que compartilhem uma foto e ofereça desconto nos produtos como recompensa.

Como qualquer trabalho de qualidade, não se cria conteúdo relevante em cinco minutos. Deixar essa responsabilidade a cargo de um profissional ou agência de comunicação vai garantir que você dedique seu tempo a outros aspectos da sua empresa, além de garantir que sua mensagem chegue ao público certo e esteja alinhada com sua estratégia de negócio.

Artigo

As histórias que merecem ser contadas

Já reparou em como estamos cercados de histórias inspiradoras? Exemplos de superação, criatividade, persistência, idealismo… e não apenas de pessoas, de empresas também. Sim, algumas delas têm histórias bem interessantes, e os publicitários já perceberam que vale a pena compartilhá-las com o público. É o que se chama hoje de storytelling.

No final do século XIX, David H. McConnel vendia livros de porta em porta nos Estados Unidos. Quando vendia para uma mulher, ele dava um pequeno frasco de perfume como brinde. Com o tempo ele percebeu que as mulheres se interessavam mais pelos perfumes que pelos livros. E do senso de oportunidade de McConnel nasceu a Avon.

Walt Disney criou, quase um século atrás, uma pequena produtora em Kansas City chamada Laugh-O-Gram Films. Seu sonho era fazer filmes animados. Porém, em pouco tempo a produtora faliu. Em vez de desistir, Disney mudou-se para Los Angeles e começou de novo, com a ajuda do irmão Roy. Sem essa determinação, o mundo seria um pouco mais triste…

Algumas empresas ultrapassam os limites ao utilizar o storytelling. Em 2014, a Diletto (marca de sorvetes) foi condenada pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) a deixar explícito ao consumidor que sua história de que a receita artesanal dos sorvetes foi criada pelo avô italiano de um dos sócios é ficção.

Se for para contar a história da empresa, ela deve ser bem elaborada e bem escrita, mas verdadeira. A fantasia a gente deixa com a Disney.

Press Release

Projeto multimídia leva estudantes a explorar seus bairros e a produzir cultura

Jovens da escola estadual Professor Antonio de Pádua Prado, no Jardim Morada do Sol, em Indaiatuba, participam, a partir do dia 12/09, de oficinas multimídia onde utilizarão foto, vídeo, áudio e mídias digitais para retratar a sua própria realidade, através de curta metragens e outras peças produzidas durante as atividades do projeto “CulturAção”.

A iniciativa, destinada a estudantes de escolas públicas do estado de São Paulo, apresenta aos participantes uma visão introdutória e prática de todo o processo de criação e execução de peças audiovisuais a partir da integração de diferentes linguagens (fotografia, vídeo, áudio, textos, entre outras), ao mesmo tempo em que são discutidas questões referentes à formação cidadã.

“Mais do que capacitar esses jovens, a proposta é instrumentalizá-los para a utilização das linguagens que são, sob sua própria perspectiva, mais interessantes, atraentes e acessíveis para mapear e revelar o cenário atual de seus bairros com conceitos de cidadania, memória e arte, valorizando sua cultura e o desenvolvimento da sua autoestima e da sua comunidade”, afirma Mariane Goldberg, da Frida, produtora cultural especializada na elaboração, desenvolvimento e gestão de projetos culturais, sociais e educativos.

As oficinas, que serão conduzidas por profissionais com experiência e atuação nos campos de educação, fotografia e produção audiovisual, serão realizadas sempre às terças e quartas-feiras, em dois horários: das 9h às 12h e das 13h às 16h, até o dia 11 de outubro. Para cada oficina serão oferecidas 15 vagas, distribuídas entre os alunos do ensino fundamental e médio dos períodos matutino e vespertino.

Ao final das oficinas, os equipamentos utilizados (computador, câmera e gravador de áudio) serão doados para as escolas, permitindo que os participantes possam transmitir os conhecimentos aprendidos a outros jovens, transformando-se em multiplicadores.

O “CulturAção” conta com o patrocínio da EDP, distribuidora de energia no município de Indaiatuba, por meio do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo (Proac/ICMS).